quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O bem e o mal -parte II

                                                
representa sempre a presença divina enquanto que o mal representa a ausência do mesmo. Ao fazermos o que é bom estamos de acordo com os estatutos e leis universais escritos desde a fundação do mundo na consciência do homem. quem faz o que é bom para si e para os demais seres humanos e animais, está em sintonia com o Poder Criador Universal que tende sempre para a evolução, para o crescimento e para o que é justo, belo e perfeito. Por outro lado, ao praticarmos um mal, estamos indo contra o fluir das energias positivas, portanto contra Deus e e sua criação. Infelizmente; no estágio em que nos encontramos como criaturas humanas, tornamo-nos impossibilitados de agir sempre em sintonia com os desígnios da criação. Por isso, sofremos todos. Não vamos aqui fazer demagogia, afirmando que seja possível atingir a perfeição aqui e agora. Mas somos ousados para dizer que podemos e devemos crescer em comunhão com o Princípio da Vida, cada vez mais e melhor, se quisermos e agirmos com propósito firme e definido. Não é necessário nos santificarmos, sacrificando o nosso corpo e a nossa vida em nome de um ideal utópico de perfeição. É preciso apenas buscar um pouco de luz a cada dia. Deus não nos apressa para que voltemos a ele. Ousemos buscá-lo com serenidade e sensatez, sabendo que somos santos e pecadores ao mesmo tempo, porque não nascemos prontos, nem preparados para receber toda a imensidão e o poder da Luz Divina aqui e agora. Somos aprendizes; arquitetos e co-criadores de nosso próprio destino. Com humildade, poderemos serenamente avançar um degrau de cada vez na grande escada que nos leva de volta a casa paterna. Caminhemos pacientemente, sem pressa, aprendendo que criamos o bem e o mal e, através destas criações, avançamos sempre com sofrimento ou com sabedoria, no caminho escuro em busca de luz. Sofremos quando agimos em discordância com os Princípios Eternos, mas mesmo assim cresceremos através da dor. Não nascemos sabendo tudo e por isso cometemos deslizes. Mas isso também naõ justifica completamente os nossos erros. O aprendiz sabe que as Leis Divinas estão latentes e visíveis a todos porque estão impressas em nossa consciência. Muitas vezes as ignoramos, inocente ou deliberadamente. Conhecemos o caminho prescrito na alma, mas nos desviamos por acharmos que podemos fazer de forma diferente. Por isso e somente por isso, sofremos, criamos e/ou atraímos demônios ao nosso convívio.

Um comentário:

Lílian Almeida disse...

amiga Eunice, tem selinho pra você passa lá :
http://sotutoriaislegais.blogspot.com.br/2012/08/interagindo-com-blogosfera-i.html
com carinho, beijoca !